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Uro-oncologia Câncer de próstata
Confira a abordagem da Cirurgia Robótica para o tratamento do câncer de próstata, de rim e de bexiga.

Veja, nessa seção, os principais sintomas das doenças uro-oncológicas, os sinais de alerta para o diagnóstico e os procedimentos robóticos realizados pelo Dr. Berger. Os resultados obtidos pela equipe do cirurgião robótico incluem a preservação da função de órgãos e a rápida recuperação no pós-operatório.
Câncer de próstata
No Brasil, cerca de 62 mil homens são diagnosticados com câncer de próstata por ano. Nos Estados Unidos, a doença afeta 1 em cada 6 homens, sendo considerado o segundo câncer mais comum, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. A incidência é preocupante, visto que um novo caso de câncer de próstata ocorre a cada três minutos.
Câncer de próstata
Sintomas
A maioria dos cânceres de próstata precoces não apresentam sintomas. Na próstata, muitas condições não cancerosas, incluindo hiperplasia benigna da próstata (HPB) ou aumento da próstata, geralmente apresentam sintomas incluindo:
  Diminuição do jato urinário;
  Hesitação urinária (início tardio ou retardado do fluxo urinário);;
  Retenção urinária;
  Dor ao urinar;
  Dor na ejaculação;
  Dor na região lombar;
  Micção excessiva à noite.
Embora seja raro, algumas vezes a doença mais avançada também pode estar associada a esses sintomas:
  Dor óssea;
  Sangue na urina (hematúria);
  Dor abdominal;
  Anemia;
  Perda de peso involuntária;
  Fadiga.
Diagnóstico
É importante que os homens, em sua maioria, a partir dos 50 anos, sejam submetidos ao exame de toque retal para avaliação da próstata e ao exame de sangue para dosar o antígeno específico da próstata (PSA).

Dependendo da avaliação, uma biópsia da próstata pode ser indicada. Na biópsia, um probe de ultrassonografia é colocado no reto do paciente e uma pequena agulha é introduzida no aparelho. Pequenas amostras da próstata são obtidas e enviadas ao patologista para revisão. Se os resultados indicarem câncer, as amostras de tumor serão classificadas usando um sistema de classificação chamado Gleason. As células são pontuadas em uma escala de 1 a 5: células tumorais de “baixo grau” (aquelas mais próximas de 1), tendem a parecer muito semelhantes às células normais. Já as células tumorais de "alto grau" (mais próximas de 5) sofreram mutações e quase não se parecem com as células normais.

O patologista que examina a amostra de biópsia atribui um grau de Gleason ao padrão mais semelhante em sua biópsia e um segundo grau de Gleason ao segundo padrão mais semelhante. Os dois graus somados determinam seu escore de Gleason (entre 2 e 10). De um modo geral, os cânceres com escores mais baixos de Gleason (2 - 4) tendem a ser menos agressivos, enquanto os cânceres com escores mais altos de Gleason (7 - 10) tendem a ser mais agressivos. Também é importante saber se algum Gleason 5 está presente. A indicação de qualquer Gleason 5 na biópsia ou próstata indica um risco maior de recorrência. Com base nos resultados do PSA e da biópsia, testes adicionais podem ser feitos para determinar a extensão da doença, antes de tomar uma decisão para o tratamento. Esses testes incluem:
  Tomografia computadorizada;
  Ressonância magnética;
  PET CT;
  Cintilografia óssea;
  Raio-x de tórax.
Tratamento
Uma vez que determinamos o estágio e a gravidade do câncer de próstata, deve haver uma discussão detalhada com o paciente para escolher entre a cirurgia, a radiação e a vigilância ativa.
Cirurgia
Prostatectomia radical envolve a remoção da próstata e das vesículas seminais. Isso também geralmente envolve a remoção dos gânglios linfáticos que drenam a próstata.
Prostatectomia radical robótica
A prostatectomia radical robótica é um procedimento cirúrgico anatômico altamente preciso, com excelentes resultados para preservar otimamente as ereções e a continência urinária.
O procedimento é uma das especialidades do Dr. André Berger. O cirurgião já realizou centenas de prostatectomias radicais robóticas, sendo um dos profissionais com maior experiência na América Latina. Os resultados oncológicos (retirada do tumor), e funcionais (preservação de potência sexual e continência urinária), estão entre os melhores do mundo. Margens cirúrgicas negativas são um importante preditor prognóstico de sobrevida global, recorrência bioquímica e clínica. Em pacientes com doença confinada ao órgão, as taxas de margens negativas (retirada completa do câncer) são cerca de 90%.
A fim de minimizar os danos aos nervos, utilizamos uma técnica “livre de energia” de prostatectomia radical poupadora de nervos. Em pacientes com ereções excelentes antes da cirurgia, mais de 85% recuperam a potência sexual após a cirurgia.

Prostatectomia radical robótica pode ser realizada em cenários tecnicamente desafiadores, como pacientes cujos tratamentos falharam com radioterapia ou implantes de sementes. O procedimento também é uma opção viável após a ressecção transuretral da próstata, terapia hormonal ou cirurgia pélvica prévia, como reparo de hérnia, cirurgia aórtica e outras cirurgias abdominais.